Caso Proma
Quando a culpa mudou de lugar
8.000.000m²
de cerâmica descolada no Brasil
Quando a culpa mudou de lugar
Durante anos, cada fachada que soltava placa tinha o mesmo culpado de sempre: quem assentou. O laudo da Planville foi procurar a causa um passo antes — dentro da própria peça.
- Cliente
- Proma
- Campo
- Consultoria e engenharia diagnóstica
- Entrega
- Laudo técnico e assistência judicial
- Início
- 2015
- Desfecho
- Sustentado em todas as instâncias
O endereço da responsabilidade
O corte de uma fachada cerâmica, camada por camada. Em cinza, onde o mercado procurava o erro. Em azul, onde o laudo o encontrou.
- O laudo
- queima da placa
- O mercado
- mão de obra
- 01
A endemia
Placas cerâmicas se soltando de fachadas no país inteiro, em obras de construtoras diferentes, com equipes diferentes. Oito milhões de metros quadrados. Quando o problema é tão grande, ele deixa de ser acidente e passa a ser padrão.
- 02
A hipótese de todos
O mercado tinha uma resposta pronta: mão de obra. Argamassa mal aplicada, tempo em aberto estourado, falta de dupla colagem. É a explicação mais fácil — e a que deixa a conta sempre no mesmo endereço.
- 03
O que a placa contou
O laudo olhou para onde ninguém olhava: a queima. Uma peça pode sair da indústria bonita e, ainda assim, sem condição de aderir. O erro estava na origem, não no assentamento.
- 04
As instâncias
Um laudo desses é contestado em cada linha. Este foi. Sustentou-se em todas as instâncias — e mudou o endereço da responsabilidade.

Obras Proma · drone
Mudou o endereço da responsabilidade.

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